Fotos

 

O álcool, quando ingerido por um motorista, é um dos maiores causadores de acidentes com vítimas fatais.

A mistura de álcool com o trânsito mata mais entre os jovens, que a AIDS e todos os tipos de câncer juntos.

 

Pesquisas revelam que mais de 70% das colisões são causadas por motoristas que ingeriram álcool.

 

Álcool no volante, um perigo constante.

 

Mais de dois copos de cerveja já é considerado extremamente perigoso dirigir. Perda de 10% da visão periférica já ocorre com um copo de cerveja. Com dois copos já perdeu a capacidade de agir rapidamente em uma emergência.Com cinco copos não consegue girar o volante e pisar no freio ao mesmo tempo. Nesse ponto ele perde a noção de distancia. 51% dos motoristas pegariam no volante depois de terem bebido. Na sua maioria, o brasileiro considera normal dirigir embriagado

 

 



Escrito por Mary´s & Thaisy às 16h51
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Lei mais severa para motoristas bêbados

Um acidente envolvendo um Corcel II e uma moto 105 cilindradas, às 17h10min de ontem, em Igrejinha, no Vale do Paranhana, provocou duas mortes.

A colisão ocorreu na Rua Edmundo Laufer, perto do Hospital Bom Pastor, no Centro. A moto era conduzida por Édina Gisnara de Lima, 26 anos, que levava na carona a soldado PM Mara Rúbia Montemezzo, 27 anos.

Devido à gravidade dos ferimentos, Édina foi conduzida pelo marido ao Hospital de Pronto Socorro, e Mara para o Hospital Cristo Redentor, ambos na Capital, onde morreram no início da noite.

Outros acidentes - Salto do Jacuí - O choque entre um Palio e um Del Rey provocou a morte de um bebê de três meses, no final da tarde de quarta-feira, em uma estrada vicinal. Segundo a BM, o motorista do Palio, Vilson Serena, 23 anos, perdeu o controle do veículo e atingiu o outro carro. Segundo testemunhas, Bárbara Chaiane Fiuza Rodrigues estava no colo da mãe. O motorista se feriu.

- São Leopoldo - A colisão com um caminhão provocou a morte de Valdecir Castro de Miranda, 27 anos, que estaria pilotando uma moto 125 cilindradas sem capacete. O acidente ocorreu às 10h40min, no bairro São Miguel.

- Taquara - Jueci Linden, 77 anos, morreu após ser atropelada no km 50 da rodovia Gravataí-São Francisco de Paula (RS-020), na tarde de ontem.


Escrito por Mary´s & Thaisy às 16h43
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Um acidente envolvendo um Corcel II e uma moto 105 cilindradas, às 17h10min de ontem, em Igrejinha, no Vale do Paranhana, provocou duas mortes. A colisão ocorreu na Rua Edmundo Laufer, perto do Hospital Bom Pastor, no Centro. A moto era conduzida por Édina Gisnara de Lima, 26 anos, que levava na carona a soldado PM Mara Rúbia Montemezzo, 27 anos. Devido à gravidade dos ferimentos, Édina foi conduzida pelo marido ao Hospital de Pronto Socorro, e Mara para o Hospital Cristo Redentor, ambos na Capital, onde morreram no início da noite. Outros acidentes - Salto do Jacuí - O choque entre um Palio e um Del Rey provocou a morte de um bebê de três meses, no final da tarde de quarta-feira, em uma estrada vicinal. Segundo a BM, o motorista do Palio, Vilson Serena, 23 anos, perdeu o controle do veículo e atingiu o outro carro. Segundo testemunhas, Bárbara Chaiane Fiuza Rodrigues estava no colo da mãe. O motorista se feriu. - São Leopoldo - A colisão com um caminhão provocou a morte de Valdecir Castro de Miranda, 27 anos, que estaria pilotando uma moto 125 cilindradas sem capacete. O acidente ocorreu às 10h40min, no bairro São Miguel. - Taquara - Jueci Linden, 77 anos, morreu após ser atropelada no km 50 da rodovia Gravataí-São Francisco de Paula (RS-020), na tarde de ontem.



Escrito por Mary´s & Thaisy às 16h35
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Lei mais severa para motoristas bêbados

Um acidente envolvendo um Corcel II e uma moto 105 cilindradas, às 17h10min de ontem, em Igrejinha, no Vale do Paranhana, provocou duas mortes. A colisão ocorreu na Rua Edmundo Laufer, perto do Hospital Bom Pastor, no Centro. A moto era conduzida por Édina Gisnara de Lima, 26 anos, que levava na carona a soldado PM Mara Rúbia Montemezzo, 27 anos. Devido à gravidade dos ferimentos, Édina foi conduzida pelo marido ao Hospital de Pronto Socorro, e Mara para o Hospital Cristo Redentor, ambos na Capital, onde morreram no início da noite. Outros acidentes - Salto do Jacuí - O choque entre um Palio e um Del Rey provocou a morte de um bebê de três meses, no final da tarde de quarta-feira, em uma estrada vicinal. Segundo a BM, o motorista do Palio, Vilson Serena, 23 anos, perdeu o controle do veículo e atingiu o outro carro. Segundo testemunhas, Bárbara Chaiane Fiuza Rodrigues estava no colo da mãe. O motorista se feriu. - São Leopoldo - A colisão com um caminhão provocou a morte de Valdecir Castro de Miranda, 27 anos, que estaria pilotando uma moto 125 cilindradas sem capacete. O acidente ocorreu às 10h40min, no bairro São Miguel. - Taquara - Jueci Linden, 77 anos, morreu após ser atropelada no km 50 da rodovia Gravataí-São Francisco de Paula (RS-020), na tarde de ontem.



Escrito por Mary´s & Thaisy às 16h32
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Lei de Sean

A vida de Mark French mudou radicalmente na madrugada de primeiro dia do ano de 2002. Foi em uma estrada, no final de uma curva em S. O filho dele, Sean, de 17 anos, estava em um carro com três colegas. O motorista, bêbado, dirigia em alta velocidade. O carro capotou na curva e bateu em árvores. Sean e o colega Jan estavam no banco de trás, que não tinha cintos de segurança. Foram jogados longe. O colega ficou paraplégico e Sean morreu no hospital. A morte de Sean French, aos três minutos do dia primeiro de janeiro de 2002, poderia ter sido evitada. O colega dele que estava dirigindo o carro embriagado havia sido preso 18 dias antes por dirigir bêbado. Mas a carteira dele não foi suspensa. Se isso tivesse acontecido, ele não poderia mais dirigir e o acidente não teria ocorrido. Mark e Cathy, os pais de Sean, foram acordados por um telefonema da polícia. "Nós entramos na sala de cirurgia. Todas as luzes acesas e nosso filho deitado ali, grande e bonito", conta Mark. O coração dele parou oito minutos antes. Sean French era um rapaz alegre, com muitos amigos no Brasil, onde a família sempre passa as férias. Em um vídeo, ele aparece com dez anos em uma praia de Búzios. Sean French foi uma estrela do atletismo. Ele bateu recordes do estado de Nova York com apenas 16 anos. Por isso, a morte dele teve muita repercussão, o que acabou ajudando a tornar mais rigorosa a lei que pune motoristas bêbados. Poucos meses depois da morte do jovem corredor, o estado de Nova York adotou a Lei de Sean, batizada em homenagem a ele. Nos Estados Unidos, pode-se tirar a carteira de motorista com 16 anos. Mas agora, quando um motorista com menos de 18 anos é preso por dirigir alcoolizado, a Lei de Sean determina que a carteira seja imediatamente suspensa. Antes dessa lei, o jovem podia ser solto e voltar a dirigir, o que aconteceu com o motorista que causou a morte de Sean. "É triste que um jovem promissor tenha morrido para que a lei viesse a proteger outros jovens", diz Mark. O motorista que provocou o acidente, Christopher Goodrich, completou 18 anos em uma prisão do estado de Nova York. Ele recebeu sentença de um ano e meio a três anos de prisão pela morte de Sean French. Mark conta que ele e Cathy pediram ao promotor para abrandar a pena de Christopher. Em vez de o mínimo sete anos de prisão, o promotor pediu no máximo três. Cathy e Mark pediram clemência porque Christopher vai passar o resto da vida com a pior sentença: ter matado o amigo Sean.



Escrito por Mary´s & Thaisy às 16h25
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Data: 17/09/2001 08:24:20

Fonte: www.automovel.com.br

População quer punição para motoristas bêbados

O brasileiro não aceita o motorista que bebe e dirige, colocando em perigo a vida dos demais usuários da via pública e sugere a cassação da carteira de habilitação. Este é o resultado da pesquisa de opinião pública encomendada pelo Programa Volvo de Segurança no Trânsito. O trabalho serviu de base para um debate de especialistas sobre o tratamento a ser dispensado aos motoristas que são flagrados com dosagem alcoólica acima do permitido por lei durante o Fórum Volvo de Segurança no Trânsito, em São Paulo. A pesquisa, realizada no início do mês de agosto de 2001 pelo Instituto Bonilha, de Curitiba, entrevistou 600 pessoas em 9 capitais brasileiras: Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Goiânia, Campo Grande, Salvador e Recife. De forma geral, os brasileiros concordam nos pontos essenciais, independente do local de residência, faixa etária ou gênero dos entrevistados. Na opinião dos entrevistados, a situação mais grave no trânsito é a do motorista dirigindo embriagado (83%). Em segundo lugar vem o motorista dirigindo em alta velocidade(47%). Mais de três quartos dos entrevistados revelaram que conhecem o dispositivo do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que considera legalmente embriagado o motorista cujo teste de bafômetro demonstre estar com mais de 0,6 decigramas de álcool por litro de sangue, o que em media equivale a 2 latas de cerveja ou a uma taça de vinho (77%). Espontaneamente, quase dois terços dos entrevistados desconhecem ou não lembram de qualquer punição para o motorista que dirige embriagado, prevista no CTB (62%). Embora desconheçam, 99% dos entrevistados esperam que alguma medida seja tomada contra o motorista que desrespeite o Código de Trânsito no que diz respeito à embriaguez. As medidas que devem ser tomadas, segundo os entrevistados, são: suspensão da carteira (54%), aplicação de multa (22%) e prisão (17%). A pesquisa mostrou ainda que a punição deve ser tomada contra o motorista que dirige embriagado independentemente dele ter causado ou não acidente (95%). Um número muito reduzido acha que somente deve ser punido o motorista embriagado que causar acidente (3%).



Escrito por Mary´s & Thaisy às 15h42
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Acidentes

Data: 17/09/2001 08:30:08

Fonte: www.automovel.com.br

Final de semana reúne mais acidentes

O XII Fórum Volvo de Segurança no Trânsito, que reuniu especialistas da área de trânsito, educação, saúde e legislação na capital paulista, trouxe à sociedade um debate muito importante: a relação entre o álcool e a direção. Dados apresentados pela fisiatra Júlia Greve, do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital de Clínicas, de São Paulo, reforçam a tese de que álcool e direção não combinam. Segundo a especialista: entre 60-70% dos leitos ocupados por causa de traumas nos hospitais públicos são vítimas de acidentes de trânsito. Os pacientes são principalmente homens, que se envolvem em acidentes urbanos, e têm entre 18 e 26 anos. Outro estudo realizado pela Abdetran, em 1999, sobre vítimas de acidentes de trânsito em quatro cidades - Brasília, Curitiba, Recife e Salvador - ajuda a entender a âmago do problema. Neste estudo, durante sete dias (sem nenhum feriado) foram examinadas 1.114 vítimas de acidentes de trânsito. A distribuição por hora mostra claramente índices altos nas madrugadas de sábados e domingos, com 43% de todos os acidentes concentrados nestes dois dias. Uma aferição realizada entre 865 das vítimas (78% do total), mostrou que 61% tinham indícios de alcoolemia, destes, 27,2% tinham excesso de 0,6 h/l, enquadrando-se na definição legal de embriagados. A situação é semelhante em São Paulo; o número de acidentes com vítimas nas madrugadas de sábado e domingo (das 0:00 às 7:00) é três vezes mais alto que nos dias úteis. A relação entre o álcool e a direção é abordada pelo Código de Trânsito que considera legalmente embriagado o motorista cujo teste de bafômetro demonstre estar com mais de 0,6 decigramas de álcool por litro de sangue, o correspondente a 2 latas de cerveja ou a uma taça de vinho. Mesmo ao consumir apenas uma lata de cerveja o motorista já não percebe direito a distância dos objetos e se atrapalha com luzes em movimento. Ao consumir 3 latas de cerveja (0,82 g/l), a coordenação fica prejudicada. Quando consome 5 latinhas, o risco de acidentes aumenta em 10 vezes. Outro dado importante: há uma relação direta entre a quantidade de álcool consumida e a gravidade das lesões. Quanto mais alto o nível de bebida alcóolica ingerida, maior é a gravidade do acidente. Os especialistas foram unânimes em dizer que a solução passa necessariamente por três vertentes: educação, fiscalização e conscientização. A indústria de bebidas também está disposta a fazer parte da solução. Para Marcos Mesquita, superintendente do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja, 'é preciso separar o prazer de beber, do risco que ele oferece', esclarece. (Se dirigir, não beba. Se beber, não dirija)

O XII Fórum Volvo de Segurança no Trânsito, que reuniu especialistas da área de trânsito, educação, saúde e legislação na capital paulista, trouxe à sociedade um debate muito importante: a relação entre o álcool e a direção. Dados apresentados pela fisiatra Júlia Greve, do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital de Clínicas, de São Paulo, reforçam a tese de que álcool e direção não combinam. Segundo a especialista: entre 60-70% dos leitos ocupados por causa de traumas nos hospitais públicos são vítimas de acidentes de trânsito. Os pacientes são principalmente homens, que se envolvem em acidentes urbanos, e têm entre 18 e 26 anos. Outro estudo realizado pela Abdetran, em 1999, sobre vítimas de acidentes de trânsito em quatro cidades - Brasília, Curitiba, Recife e Salvador - ajuda a entender a âmago do problema. Neste estudo, durante sete dias (sem nenhum feriado) foram examinadas 1.114 vítimas de acidentes de trânsito. A distribuição por hora mostra claramente índices altos nas madrugadas de sábados e domingos, com 43% de todos os acidentes concentrados nestes dois dias. Uma aferição realizada entre 865 das vítimas (78% do total), mostrou que 61% tinham indícios de alcoolemia, destes, 27,2% tinham excesso de 0,6 h/l, enquadrando-se na definição legal de embriagados. A situação é semelhante em São Paulo; o número de acidentes com vítimas nas madrugadas de sábado e domingo (das 0:00 às 7:00) é três vezes mais alto que nos dias úteis. A relação entre o álcool e a direção é abordada pelo Código de Trânsito que considera legalmente embriagado o motorista cujo teste de bafômetro demonstre estar com mais de 0,6 decigramas de álcool por litro de sangue, o correspondente a 2 latas de cerveja ou a uma taça de vinho. Mesmo ao consumir apenas uma lata de cerveja o motorista já não percebe direito a distância dos objetos e se atrapalha com luzes em movimento. Ao consumir 3 latas de cerveja (0,82 g/l), a coordenação fica prejudicada. Quando consome 5 latinhas, o risco de acidentes aumenta em 10 vezes. Outro dado importante: há uma relação direta entre a quantidade de álcool consumida e a gravidade das lesões. Quanto mais alto o nível de bebida alcóolica ingerida, maior é a gravidade do acidente. Os especialistas foram unânimes em dizer que a solução passa necessariamente por três vertentes: educação, fiscalização e conscientização. A indústria de bebidas também está disposta a fazer parte da solução. Para Marcos Mesquita, superintendente do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja, 'é preciso separar o prazer de beber, do risco que ele oferece', esclarece. (Se dirigir, não beba. Se beber, não dirija)



Escrito por Mary´s & Thaisy às 15h32
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GRÁFICO



Escrito por Mary´s & Thaisy às 15h25
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Escrito por Mary´s & Thaisy às 15h22
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Gráfico



Escrito por Mary´s & Thaisy às 15h20
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Efeitos do álcool

É comum ouvir dizer que é a ingestão do álcool em doses determinadas não altera os efeitos psicológicos. Essa afirmação, todavia, é falsa, pois, às vezes, o individuo ingere uma pequena dose cujo efeito é idêntico à ingestão de uma grande dosagem alcoólica.

Logo, em quantidades determinadas, o individuo é afetado de formas diferentes em diversas oportunidades.

Independente de algumas pessoas se tornarem mais irritadas ou alegres, em geral, quando bebem, ninguem pode prever, com precisão, seus comportamentos.



Escrito por Mary´s & Thaisy às 15h06
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Mentiras sobre a bebida

"Vou tomar café forte"- Apesar de estimulante, o café de nada altera o estado de embriaguez.

"Vou tomar banho frio"- Água fria apenas dá a sensação de acordar no instante da ducha. Os efeitos do álcool, porém, permanecem inalterados.

"Vou comer antes de beber"- Os efeitos do álcool variam de pessoa para pessoa, mas uma coisa é certa: o álcool sempre produzirá alterações em sua percepção, ainda que você esteja muito bem alimentado.

"Vou tomar um ventinho"- Os efeitos do álcool não se dissipam com um ventinho. Só o passar do tempo elimina os efeitos do álcool.

"Vou tomar um remédio"- A ciência ainda não consegui produzir qualquer dirga que elimine os efeitos do álcool.

"Vou beber porque conheço meu limite"- Ninguém está tão acostumado a beber a ponto de ficar livre dos efeitos do álcool. É difícil saber exatamente a hora de parar. Até porque a primeira função a ser comprometida pela bebida é capacidade critíca.

"Vou beber esse tipo de bebida porque é mais fraca"- Não existem bebidas facas. O que determina o seu estado de alcoolemia é quantidade de álcool ingerido. Ingerir 340ml de uisque ou cachaça nã faz muita diferença. O certo é que quem bebe diminui os reflexos e não pode de maneira alguma dirigir.

O único remédio é o tempo. As medidas citadas acima apenas produzem bêbados despertos, mas tão bêbados quanto antes.



Escrito por Mary´s & Thaisy às 15h00
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Absorção do álcool pelo organismo

Uma parcela do álcool é introduzida no organismopela mucosa da boca. A grande maioria, porém ,é absorvida pelo estômago e intestino delgado, e daí vai para a circulação sangüínea. Aproximadamente 90& do álcool é absorvida em uma hora.

O processo de absorção do ácool é relativamente rápido. Porém o mesmo não acontece com a eliminação, que demora de seis a oito horas e é feita através do fígado (90%), da respiração (8%) e da transpiração (2%).



Escrito por Mary´s & Thaisy às 14h52
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Bebidas alcoólicas

A idéia que se faz do álcool como produto estimulante é falsa, não passa de mito. Na verdade, a sensação estimulante provocada pelo álcool, nada mais é de que a diminuição da inibição. De fato, o álcool é depressivo e sua ação leva ao sono.

A ação depressiva do álcool no cérebro e no sistema nervoso central reduz a capacidade mental e física, diminuindo a habilidade para a realização de tarefas mais complexas como, por exemplo, conduzir um veículo.

Conduzir um veículo é tarefa que requer habilidade e prudência, todavia, estes requisitos são facilmente anulados após o motorista ter ingerido álcool. Grande parte dos acidentes de trânsitos ocorridos no Brasil é consequência direta da embriaguez no volante, isso porque muitas pessoas ainda acreditam no falso poder estimulante do álcool. Todo condutor de veículos em estado de embriaguez, mesmo leve, compromete gravemente a sua segurança e a dos usuários da via.



Escrito por Mary´s & Thaisy às 14h49
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Histórico
27/06/2004 a 03/07/2004


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